EDITORIAL: “CIDADÃO SIM, COM TODA SATISFAÇÃO” (Um Desabafo e Pedido de Respeito)

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É muito bom, ser identificado como cidadão, quando somos cidadão, de fato, sem ironia, por exemplo, é bom ser cidadão integrante de uma família, que está nesta terra, à quase 01 século, pois, quem conhece a história desta terra, conhece à história de um homem, que se chamou Antonio Motta Bitencourt, que lá naquele tempo, aonde Barra do Rocha, era distrito de Camamú ainda, nos anos 30, do século passado, ele já amava esta terra, teve grandes negócios aqui, na zona rural, como na zona urbana, fazendo um centro de produção agrícola e de geração de emprego maravilhosa, imaginem, que as Fazendas: Coroa Verde, Nova Coroa Verde, Santo Antonio e as Fazendas Bolívia 01, 02 e 03, eram uma só, além de ter a Casa Verde, que foi a maior casa de vendas de variedades da região, isto mesmo, Barra do Rocha, para quem não sabe, era um grande centro comercial, e a casa verde tinha 20 portas de entrada, prédio este, que até a década passada, ainda estava em pé, depois, penso em ser cidadão desta terra, tendo na minha família um homem, como o Sr. Manoel Muniz de Oliveira, meu avô, que abdicou, da família, por muitas vezes, para estar servindo à Barra do Rocha, por toda uma vida, sendo prefeito 02 vezes e sendo vereador por 01 vez, como também, a minha avó, sendo prefeita também uma vez e vereadora também uma vez, homem este, que amou esta terra, e que, até o fim da vida, nos seus últimos dias, esteve aqui, nesta terra, tendo os restos mortais deste casal, também guardados embaixo desta mesma terra, e, diferentemente, de todos os grandes produtores deste município, que enricaram com o cacau, e, deixaram esta terra, ele nunca deixou de ter a sua residência aqui, em troca dos grandes centros, além do que, foi um homem, que tanto amou esta terra, que deixou realizadas grandes obras, como o novo prédio da prefeitura e todo um sistema educacional e administrativo em torno dela, aonde se insere também o prédio do Sindicato Rural. Este casal, nunca teve uma vírgula, que manchasse a sua dignidade, e, lembro-me pessoalmente, quando o meu avô, entregou a Prefeitura ao Seu sucessor, no seu ultimo mandato, entregou pintada e com dinheiro no caixa, e também lembro-me, que todos que o procuravam, eram atendidos com amor, humildade e carinho, além, de, no exercício da sua capacidade empreendedora, ter gerado em suas fazendas, ao longo de décadas, centenas de empregos e grande geração de renda para o município, como não bastando, este homem tirou do próprio bolso, do dinheiro dele, vale a pena salientar, dele, não foi verba pública, e construiu a Fundação Hospitalar De Barra do Rocha, que tanto serviço já prestou, nesta cidade, e que, seguramente, ainda prestará, através das negociações que estão sendo conduzidas entre a família proprietária deste hospital e o Prefeito do município, e, eu, tive o privilégio de conviver por quase 11 anos, dia a dia com ele, quando administrei o patrimônio dele, aprendendo muito, de amor, humildade e respeito ao próximo. Também, sinto-me cidadão desta terra, quando temos imóveis na cidade, que servem ao serviço público, como exemplo, o prédio que sedia a Polícia Militar do Município, a casa que sediou a Sec. de Educação, na Rua Otávio Mangabeira, entre outros.

Sinto-me cidadão, quando a minha esposa, montou a 1ª escola particular do município. Também sinto-me cidadão quando, pessoalmente, através da minha iniciativa, fundei a 1ª indústria  de processamento de frutas do município, e única até então, também sinto-me cidadão quando através da minha iniciativa, levo o nome de Barra do Rocha, para diversos locais do país, através dos nossos produtos, Sinto-me, cidadão, quando o meu negócio gera emprego e renda, no município. Sinto-me cidadão, quando o meu projeto de fruticultura, que é modelo na região, e, que, como prova disto, hoje, às 10:00hs. Da manhã, em reportagem que será gravada pelo canal BAND NEWS, teremos o nosso cultivo de graviola sendo matéria, que irá levar o nome de Barra do Rocha, para todo o Brasil e para diversos países do mundo, Sinto-me também cidadão, quando estou representando uma classe de produtores, que produz R$ 13.000.000,00 por ano, em produtos diversos produzidos por conta do agro negócio,e que, abriga, na sua área de produção mais da metade dos habitantes do município e que gera 95% do emprego do município. Hoje, o Sindicato que ora represento, está inserido no contexto de desenvolvimento do nosso município, já, tendo treinado tecnicamente, mais de 2000 pessoas, em diversas áreas da produção do agronegócio, os certificando e os ingres sando no mercado de trabalho, e que, por fim, temos como resultado, grupo de senhoras, que tiveram estes aprendizados, já querendo fundar uma cooperativa de produção e comercialização. Também sinto-me cidadão, quando esta instituição que represento, traz projetos sociais de grande utilidade para a nossa comunidade, a exemplo do Programa Útero é vida e o Ciranda do cinema, que foi realizado com grande êxito. Também sinto-me cidadão, quando o trabalho que encampo, à frente da representação do Sindicato dos Produtores rurais de Barra do Rocha, já inspira a vontade, dos 15 municípios que compõem o Agropolo, quererem que o Sindicato Rural De Barra Do Rocha, os represente junto à FAEB. Como veem, são muitos motivos, que me orgulham em Ser Cidadão de Barra do Rocha, com muitos serviços prestados de fato, não é conversa bonita não, a minha historia e da minha família, o meu passado e o meu presente, a minha capacidade de trabalho, falam por mim, sem precisar de nenhum título de cidadania, sou cidadão, embasado em uma vida minha e de minha família, com muita dignidade, com muita seriedade, com muitos serviços prestados e muitos benefícios diretos trazidos para este município, e democraticamente, o nosso telefone está aberto para qualquer um, que queira esclarecimentos ou tenha dúvidas, é tudo a pura verdade. Quando não temos rabo preso com a verdade, temos toda a liberdade, de apresentarmos a nossa realização. È assim, fui chamado de cidadão, e sou mesmo, com muito orgulho, seriedade e serviço prestado.

Agora, também sou cidadão, para que, tenha o conhecimento, de que o meu grau de instrução, inspira gerar idéias e sugestões para melhorar o segmento de produção que sou envolvido, e, que por muitas vezes, pode ser interpretado como Conversa Bonita. o que não é, é de fato auxílio e contribuição para a nossa comunidade, com idéias técnicas e profissionais. Não tenho culpa, se tive a oportunidade de sentar nas carteiras das melhores escolas da capital, enquanto quis estudar, e este conhecimento, me fez um homem culto. Por vezes, para me, a facilidade em formar boas idéias, são tão fáceis, que realmente soam como Conversa Bonita, por que sou produtor, sinto na pele os problemas do produtor e sei o que nós precisamos,e, quando as idéias viram realidades e são executadas de fato, se transformam em prestação de serviços de qualidade, como muitos acima comentado.

Por tanto, justamente praticando a minha cidadania, é que, exijo um tratamento respeitoso e não irônico, como trato a todos, e peço mais uma vez aqui, por parte da diretoria desta conceituada Rádio, que oriente os seus comunicadores, que respeitem as pessoas, que merecem respeito, até para que evite ações judiciais, por calúnia, difamação e Danos morais, que recai sobre a emissora, pois, o que ocorre dentro do ambiente da emissora, é de responsabilidade da emissora, pois, duas coisas que ninguém consegue mudar, é a palavra falada e a flecha atirada, ambas, não tem retorno, pois, tudo isto, começou apenas por querermos que o nosso programa, seja apresentado de forma profissional, sem amadorismos. Compreendo, que não pedimos nada demais, como compreendemos que o nosso programa pelo teor das suas informações, é de total utilidade pública. E assim, peço que a direção desta emissora, seja alerta, providencial, para que este mal entendido acabe aqui, e, não traga maiores conseqüências à ninguém, pois, um cidadão com tantas ocupações sérias, não pode estar perdendo viagem, quando, principalmente, o motivo é a busca de dias melhores para o nosso segmento de produção e o nosso município, na forma da apresentação do programa voz do produtor, que também, foi mais uma idéia deste cidadão, que vos fala.

Sou cidadão sim, com toda a satisfação.

Autor: GABRIEL LEITE
Presidente do Sindicato Rural

 

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