SERVIDORES DO TJ-BA RECEBERãO ADICIONAL

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Os cerca de 2,3 mil “apadrinhados”– servidores que adicionam gratificações ao seu rendimento – do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) venceram a batalha judicial no  Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que suspendeu o processo que questiona a legalidade do pagamento do adicional de função. O conselheiro José Adonis Callou, relator do processo, determinou a suspensão do processo até que sejam julgados três mandados de segurança impetrados, um pelo governo do Estado e dois por servidores do TJ-BA, que correm no Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, o pagamento do adicional está garantido até que o STF julgue o mérito do processo.

Informações do A Tarde.

 

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