PALAVRA DE FÉ: O CERVO ORGULHOSO

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O Pr. Enaldo trouxe mais uma vez a palavra de fé através dos microfones da Rocha FM. Trata-se de uma parábola sobre a arrogância e soberba, algo condenado pelas escritura.

'Ele viu, espelhado nas águas, as suas pernas compridas e tortas, que formavam um triste contraste com os seus formosos chifres'

Depois de muito caminhar e correr pelo campo afora, certo cervo (conhecido como veado) saiu à procura de alguma fonte de águas frescas e cristalinas para matar-lhe a sede. Não demorou muito a encontrar um riacho, que, embora bem pequenino, tinha águas limpas e frescas. Sem pressa, abaixou-se e pôs-se a sorver o líquido procurado. Após matar a sede, alguma coisa que nunca antes observara despertou-lhe a atenção.

Ele viu, espelhado nas águas, as suas pernas compridas e tortas, que formavam um triste contraste com os seus formosos chifres, dispostos em galhos.

– É bastante verdade o que dizem a meu respeito – exclamou o cervo. – Supero a todos os demais de minha espécie em graça e nobreza! Que elegância majestosa se pode verificar quando levanto graciosamente minha galhada! Entretanto, há uma triste e incontestável verdade ao lado de tudo isso: contrastando com essa exuberância estão os meus pés tão horrorosos.

Desgostoso, escarnecia e ironizava a feiúra dos seus pés tão tortos e desengonçados, eis que vê sair da floresta, e vindo em sua direção, um esfomeado leão.

Em dois saltos firmes e velozes, colocou-se fora do alcance do inimigo. Todavia, na sua precipitada fuga, o cervo resolveu passar por um apertado trilho entre as árvores. Não havia avançado muito, quando teve a galhada presa em um espinhal, cujos ramos delgados se emaranharam, formando um verdadeiro alçapão. Lutou desesperadamente para se desprender dali, mas todo o esforço foi em vão. Enquanto isso, o leão o alcançou, devorando-o sem compaixão.

Assim, os pés que o animal tanto depreciava o levariam a salvo se a galhada, de que tanto se orgulhava, não o fizesse perecer.

Segundo a palavra do Senhor em Provérbios 16:5 Abominável é ao SENHOR todo arrogante de coração; é evidente que não ficará impune.

Conclusão: sempre nos perdemos por causa de objetos que temos muito orgulho, o que explica o apego aos bens materiais aqui na terra, certo tipo de soberba e arrogância, porém o que falta é a humildade e compromisso com a palavra do Senhor.

 

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