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Hoje
cedo, Val chegou ao local e deparando-se com as marcações, começou a
arrancá-las. Houve um princípio de tumulto, mas dialogando com os
invasores, Val chegou a um acordo – cedeu as terras ao povo e ficou
também com um lote.
“Tenho
4 filhos e sou desempregada. Não tenho casa, por isso estou
participando do movimento” – disse a desempregada Lucineide Santos.
Liderados por Correia, desde as primeiras horas do dia os moradores roçavam o terreno, que por sinal encontra-se numa várzea, local que, no período das cheias, provavelmente é invadido pelas água. 50 lotes de terras serão distribuídos a pessoas do Bairro Glória que não têm casa. Em conversa com a nossa redação, Nalva Santos, outra integrante do grupo, afirmou que os programas habitacionais do governo federal são burocráticos, pois exigem renda fixa, que o terreno seja próprio, dentre outras coisas.
Liderados por Correia, desde as primeiras horas do dia os moradores roçavam o terreno, que por sinal encontra-se numa várzea, local que, no período das cheias, provavelmente é invadido pelas água. 50 lotes de terras serão distribuídos a pessoas do Bairro Glória que não têm casa. Em conversa com a nossa redação, Nalva Santos, outra integrante do grupo, afirmou que os programas habitacionais do governo federal são burocráticos, pois exigem renda fixa, que o terreno seja próprio, dentre outras coisas.
Como
o terreno foi cedido pelo proprietário, cabe ao poder público, agora,
legalizar tais lotes e garantir o mínimo de infraestrutura ao local.
Para ver as fotos da invasão, clique no link abaixo:
Redação Ubatã Notícias
