ESPECIAL: PARABÉNS BARRA DO ROCHA PELOS SEUS 50 ANOS

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Barra do Rocha completa 50 aos de história
Uma CIDADE PEQUENA, que caminha para breve transformação numa GRANDE CIDADE.

“De acordo com o decreto Lei n.º 1.461 de 24 de agosto de 1961, o território de Barra do Rocha foi desmembrado de Ipiaú”, deste ponto em diante de fato inicia um processo político, social e administrativa desta cidade que é reverencia na região. E lá se vão meio século de vida, para muitos uma cidade pequena (caçula), para outros uma grande cidade (desenvolvimento) aos olhos dos mais críticos realistas.

Muitas histórias se passaram, ou melhor, foram vividas, e por força do destino permanecem vivas até os dias atuais em nossas mentes, tanto para quem viveu ou quem ouviu as anedotas. Quem nunca ouviu falar de Pedro Rocha: o primeiro fazendeiro do lugar; Norberto Lima, que fundou a primeira pensão; Félix Cabral: que fundou a primeira padaria; Alcides Costa: primeiro comerciante; Gonçalves Dias: que fundou a primeira capela, oferecendo ao padroeiro São Sebastião; Jardilino Leal: sendo sua esposa D. Cecília Sarmento Leal, a primeira professora estadual, Coronel Gonçalves Dias: o fundador da agência de correios e telégrafos de Barra do Rocha, Levi Marinho, autor de histórias e contos exacerbados, ou diríamos bem curiosos; e tantos outros mais.

Segundo a história contada, o nome Barra do Rocha foi derivado de Barra ou seja do encontro entre o Rio das Contas com o Ribeirão do Rocha. Pedro Rocha foi o primeiro fazendeiro da Barra. Quando alguém queria atravessar o rio de Contas, vindo de Gongogi para Ipiaú, procurava-se sempre a Barra, que com o passar do tempo ficou sendo conhecida como a Barra do Rocha, em referência ao Pedro Rocha.

Cidade pacifica que é reconhecida pelo próprio povo como berço acolhedor do próximo, afinal quem chega aqui, conhece esse povo e/ou bebe desta água, com certeza planta uma semente que logo deverá ser regada, dando frutos e enraizando cada vez mais nos solos férteis desta terra... quem aqui chega se apaixona, declara amor e valoriza as coisas da terra; como diz o próprio hino: Oh! Cidade que vive a esperança e que louva o esplendor do amor”[...]

Uma cidade liberta, independente e imponente, ou melhor, Cidade baiana esplandescente; que ao longo do anos enfrea diversas lutas, constriu um novo tempo e demonstrou a sua força nestes 50 anos de vida, ou melhor, meio século de lutas e conquistas!

Parabéns Barra do Rocha: Minha cidade, meu amor!

 

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