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| — Crédito: Arisson Marinho/Correio |
O valor despejado naquele ano equivale a 52,5 litros diários por habitante e acompanha riscos diretos para a saúde da população e para a fauna e flora. A água suja despejada deixa também consequências recorrentes. Uma evidência disso é que, atualmente, a Bahia tem 110 pontos impróprios para banho, conforme o mais recente Boletim de Balneabilidade do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), lançado no último dia 6. Salvador, por exemplo, só tem uma praia adequada.
A Bahia terminou 2024 com 58,4% da população sem acesso à rede geral de esgoto, índice maior que a média do Brasil, que foi de 44,8%. Em relação à água tratada, o déficit também era considerável. Naquele ano, 2,849 milhões de pessoas ainda moravam em residências sem acesso à água tratada na Bahia, o que significa 19,2% da população do estado – uma marca superior à média nacional, que foi de 18,1%. (Correio 24h)
