A morte do vaqueiro Juraci Santos Machado, encontrado em uma represa na zona rural de Itagibá, segue cercada de dúvidas para familiares que contestam a hipótese de causa natural apontada inicialmente em necrópsia, conforme divulgado pela nossa reportagem. Sueli Santos Machado, irmã da vítima, afirmou ao GIRO que a família não acredita que Juraci tenha morrido de forma natural. 
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Segundo ela, há indícios que levantam suspeitas de um possível crime. De acordo com Sueli, foram encontradas supostas manchas de sangue na sela do cavalo utilizado pelo vaqueiro, que também estava molhada. Além disso, ela relata a presença de marcas no peito e nas mãos da vítima, bem como sangramento na boca. “Como que isso é infarto? Não existe morte natural”, questionou a irmã. “Tudo indica que foi assassinato”, acrescentou.
Sueli também contestou a informação de que Juraci teria problemas cardíacos. Segundo ela, o vaqueiro possuía apenas histórico de hipertensão, sem registro de doenças no coração. A família informou que aguarda o laudo completo da perícia para esclarecer as circunstâncias da morte. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que deve considerar os novos elementos apresentados pelos familiares.