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| — Crédito: Ansa/AFP |
O julgamento ocorre em sessão virtual nesta quinta-feira (5). Os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin acompanharam o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que havia negado o pedido da defesa do ex-chefe do Executivo.
Na decisão, Moraes afirmou que a unidade onde Bolsonaro está custodiado apresenta estrutura adequada para atender às necessidades de saúde do ex-presidente. Segundo o ministro, o local oferece “condições plenamente satisfatórias do cumprimento da pena”.
O magistrado também mencionou a quantidade de visitas recebidas pelo ex-presidente desde o início da custódia. De acordo com Moraes, Bolsonaro recebeu deputados, senadores, governadores e outras figuras públicas, o que, segundo ele, demonstra a continuidade de atividades políticas.
No despacho, o relator apontou que essa rotina indicaria uma “intensa atividade política” do ex-presidente, mesmo durante o período de prisão, além de servir como indicativo da “boa condição de saúde física e mental” do ex-mandatário.
Moraes também apresentou dados sobre os atendimentos realizados durante a custódia. De acordo com a decisão, Bolsonaro recebeu 144 atendimentos médicos no período, média de três consultas diárias. No mesmo intervalo, foram registradas 36 visitas de terceiros, 33 sessões de caminhada e 29 encontros com advogados. (Bahia Notícias)
