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| — Crédito: Reprodução |
Na Região Metropolitana de Salvador (RMS), ao menos seis ocorrências foram contabilizadas no período. Parte desses casos, no entanto, não teve detalhes divulgados publicamente, o que evidencia lacunas de informação e possível subnotificação.
De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), a Bahia já ocupava a primeira posição no mesmo recorte em 2022, com 538 casos. Em 2023, foram 587 registros; em 2024, 638; e, no ano passado, 689. A média dos últimos cinco anos chega a 617 desaparecimentos no primeiro bimestre. Durante todo esse período, o estado permanece à frente de Pernambuco e Ceará, que apresentam médias de 432 e 374 casos, respectivamente.
No entanto, quando se analisa o número de pessoas localizadas no mesmo intervalo, a Bahia fica atrás dos dois estados. O valor médio é de 140 registros, enquanto o Ceará lidera com 234 ocorrências e Pernambuco aparece em seguida, com média de 168. (Correio 24h)
