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| Imagem: Gemini IA |
Para a desembargadora Nágila Brito, presidente da Coordenadoria da Mulher do TJ-BA, esse avanço pode estar relacionado a dois fatores. Um deles é a maior disseminação de informações, que tem contribuído para que mais mulheres reconheçam diferentes formas de violência, não apenas a física, e busquem apoio por meio das medidas protetivas.
“É como se fosse uma propaganda boca a boca. Uma conta para outra, que conta para outra. Ela vê que a vida daquela amiga ou daquela colega melhorou, que ela está conseguindo ir para o trabalho, está conseguindo viver a sua vida, e isso a influencia a pedir a medida protetiva”, diz.
Outro ponto destacado é o possível aumento dos casos de violência doméstica e familiar. Segundo a magistrada, a circulação de conteúdos com discurso misógino nas redes pode estar contribuindo para esse cenário. Leia matéria completa produzida pelo Correio 24h.
