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| Foto Reprodução |
Nesta quinta-feira, 2, ele oficializa a renúncia ao cargo para se lançar como candidato a vice-governador da Bahia na chapa de ACM Neto (União Brasil). A saída já vinha sendo anunciada, mas o tom emotivo da despedida reforçou a narrativa de proximidade com o povo e de legado administrativo.
Nos bastidores, aliados avaliam que a escolha de Cocá para compor a chapa não é apenas política, mas estratégica. Neto aposta em lideranças do interior para ampliar sua base e fortalecer a oposição rumo às eleições de 2026. Cocá, com influência consolidada no sudoeste baiano, representa esse movimento de expansão e carrega consigo a imagem de gestor que entrega resultados.
Em Jequié, o comando passa agora ao vice-prefeito, descrito por Cocá como “um filho”. A transição será um teste de fidelidade e de capacidade de manter a coesão da base política local.
O fato é que a renúncia de hoje vai muito além da sucessão municipal. Cada obra entregue, cada lágrima derramada e cada gesto público revelam que o tabuleiro estadual já está em plena movimentação. A política baiana começa a se redesenhar, e a emoção de Cocá na despedida é também um sinal de que, por trás das estratégias, há histórias humanas que moldam o jogo. (Se Ligue Bahia)
