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| Brasil vence e volta a jogar na tarde de segunda|| Foto Divulgação FIFA |
Poucos minutos bastaram para a Seleção Brasileira demonstrar que sairia do Hard Rock Stadium com a primeira colocação do Grupo C. Com uma equipe agressiva e subindo as linhas de marcação, o Brasil não deixava a Escócia respirar. A postura foi ilustrada por Bruno Guimarães aos quatro minutos. O volante aproveitou uma saída de bola errada da Escócia, avançou e cruzou na área, mas Gunn ficou com a bola.
Dois minutos depois, porém, Vini bailou. E Gunn dançou. Tudo começou quando Rayan bloqueou o passe de McKenna, criando uma assistência para o camisa 7. Vini dominou, deixou o goleiro no chão com um drible e chutou para abrir o placar e se tornar o maior artilheiro da era Ancelotti, com seis gols.
Para a Escócia, o que restava era apelar para ligações diretas, o famoso chuveirinho ou bolas paradas, já que, com setores jogando juntos e linhas aproximadas, o Brasil cedia pouco campo aos europeus.
No setor ofensivo, a Seleção seguia em ritmo intenso. E em uma saída de bola adversária, Vini aproveitou um descuido de Hendry, roubou a bola e colocou entre as pernas de Gunn para marcar o segundo. O árbitro mexicano, porém, anulou o gol após revisão do VAR apontar suposta falta no lance.
