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| Foto: Madelyne Boer/TV TEM |
De acordo com o Ministério Público, as irregularidades teriam ocorrido entre os anos de 2023 e 2024. Um vereador de Catanduva está entre os investigados, embora o nome dele não tenha sido divulgado pelas autoridades até o momento.
A Justiça expediu 10 mandados de prisão e mais de 50 mandados de busca e apreensão, cumpridos em Catanduva e também nas cidades de Adamantina, Bauru, Jaboticabal e São Paulo. Durante as diligências, promotores e policiais recolheram documentos, computadores e outros materiais que serão analisados ao longo da investigação. Veículos e quantias em dinheiro também foram apreendidos.
Segundo as apurações, integrantes do grupo investigado teriam criado dezenas de empresas de fachada em nome de parentes e pessoas próximas para simular a prestação de serviços à Câmara Municipal. O objetivo seria desviar recursos públicos por meio de contratos fraudulentos.
A 1ª Vara Criminal de Catanduva também determinou a indisponibilidade de bens dos investigados. Os bloqueios podem chegar a R$ 20 milhões, conforme o grau de envolvimento atribuído a cada suspeito. As investigações seguem em andamento e o Ministério Público busca identificar todos os envolvidos no suposto esquema criminoso.
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