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| — Crédito: Reprodução/Redes Sociais |
Segundo a investigação, anúncios pagos no Facebook e Instagram direcionavam vítimas a sites falsos que imitavam plataformas legítimas e geravam QR Codes e chaves Pix vinculadas ao esquema. Os suspeitos também utilizavam empresas de fachada, intermediadoras de pagamento e domínios registrados no exterior para dificultar o rastreamento. Há indícios do uso de inteligência artificial, clonagem de voz e manipulação de vídeos.
O caso começou após a imagem de uma criança com câncer ser usada sem autorização da família, que não recebeu os valores arrecadados. A polícia rastreou ao menos R$ 294,5 mil ligados à campanha e identificou uma empresa que teria movimentado mais de R$ 1,7 milhão. A orientação é confirmar a autenticidade das campanhas e verificar o destinatário do Pix antes de realizar doações. (Bahia Notícias)
