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Foto: Divulgação / Polícia Civil |
Com o reajuste, o valor do botijão poderá chegar a cerca de R$ 160 em algumas localidades do estado. O preço final, no entanto, pode variar conforme a região e a política comercial adotada por cada revendedora.
A previsão de alta ocorre depois de dois meses seguidos de redução. Em julho, o preço do gás recuou cerca de 6,8%, proporcionando uma economia aproximada de R$ 5 por botijão. Em agosto, uma nova queda, de 7,1%, resultou em redução estimada entre R$ 3 e R$ 4 para os consumidores.
De acordo com o Sindrevgás, o reajuste previsto para setembro está relacionado principalmente ao dissídio coletivo dos trabalhadores do setor, que eleva os custos com mão de obra e impacta as despesas operacionais das empresas.
Além dos salários, as revendedoras também arcam com custos relacionados a transporte, logística, tributos, armazenamento, manutenção das estruturas de distribuição e outros serviços necessários para que o produto chegue ao consumidor.
