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| — Crédito: Giro Ipiaú |
No julgamento do dissídio coletivo, o TST definiu reajuste salarial de 100% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescido de 0,6% de ganho real. A decisão terá validade de dois anos. O mesmo percentual será aplicado aos benefícios de alimentação, cesta-alimentação, auxílio-creche, auxílio-babá e indenizações por assalto ou acidente. Os dias não trabalhados durante a greve deverão ser compensados em até 180 dias.
O principal impasse entre os bancários e a Caixa estava relacionado ao Saúde Caixa, plano de saúde dos empregados. Os sindicatos defendiam a retomada do modelo em que a empresa arcava com 70% das despesas e os trabalhadores com 30%, além de reajuste zero. A Caixa alegava dificuldades para manter a sustentabilidade financeira do plano e chegou a propor a ampliação do teto de custeio para 9% da folha a partir de 2027.
O TST decidiu manter as regras do acordo coletivo anterior, mas com os valores atualizados pelo INPC mais 0,6%. Entre as condições mantidas está a mensalidade do titular equivalente a 3,5% da remuneração, além das regras de cobrança para dependentes e de coparticipação. Com a decisão, os funcionários da Caixa devem retomar normalmente o atendimento nas agências. (g1)
