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| FOTO: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES |
A reclamação é que Flávio voltou a descumprir o que havia prometido: na véspera, disse que permaneceria no país e se dedicaria a organizar a oposição ao novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha, havia afirmado pela manhã que Flávio estava no Brasil. À tarde, ao ser questionado pela imprensa no Senado, reagiu com irritação e disse que não comentaria o assunto antes de uma manifestação do filho de Jair Bolsonaro.
Flávio foi aconselhado, na segunda (26/10), a não deixar o país. O conselho foi dado durante uma reunião convocada para reajustar o tom da reação à derrota para Lula. Foi o último contato da maioria dos participantes com Flávio.
Segundo relatos feitos ao Metrópoles, o senador demonstrou irritação com a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que entregasse seus passaportes à Polícia Federal (PF). Na conversa, disse temer uma prisão. Os aliados tentaram convencê-lo de que permanecer no Brasil era a melhor decisão. Pouco depois, o próprio senador afirmou publicamente que não deixaria o país. (Metropoles)
