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No cenário Lula x Flávio, o senador registra 46,3% contra 46,2% do presidente, configurando empate técnico dentro da margem de erro de 1 ponto percentual. Já na simulação Lula x Tarcísio, o governador paulista aparece com 47,1%, ante 45,9% de Lula, também dentro da margem, mas numericamente superior.
O levantamento mostra deterioração do desempenho do presidente em apenas um mês. Em janeiro, Lula liderava com 49,2% contra 44,9% de Flávio. No confronto com Tarcísio, tinha 49,1% contra 45,4%. Agora, além de perder a vantagem fora da margem de erro, passa a dividir tecnicamente o eleitorado com dois potenciais adversários da direita.
Outro dado relevante é o índice de rejeição. Tarcísio apresenta 35,5%, bem abaixo dos 46,4% de Flávio Bolsonaro, consolidando-se como o nome mais competitivo do campo conservador em eventual segundo turno.
Nos cenários que incluem Michelle Bolsonaro, Lula mantém vantagem, mas com diferença menor do que a observada contra outros candidatos da direita. A vantagem do presidente é mais confortável quando o adversário é o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e também nos cenários com nomes do PSD, como Ronaldo Caiado, Ratinho Junior e Eduardo Leite.
No primeiro turno, Lula aparece com cerca de 45% quando enfrenta Flávio, que não ultrapassa 40%. Com Tarcísio como candidato da direita, o governador alcança 36,2%, enquanto Lula marca 43,3%. Em um cenário improvável com Flávio e Tarcísio disputando simultaneamente, o senador teria 33,1% e o governador paulista 7,4%, fragmentando o eleitorado conservador. Nessa hipótese, Lula chega a 47,1%, percentual próximo de uma vitória em primeiro turno.
A pesquisa ouviu 4.986 eleitores recrutados digitalmente entre 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de 1 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-07600/2026. O custo declarado foi de R$ 75 mil, pagos pela própria empresa responsável pelo levantamento. (Fonte: Portal AZ)