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| Foto ilustrtiva |
Segundo as investigações, o grupo teria aberto 17 contas bancárias com documentos falsos em agências localizadas nas cidades de Conceição do Coité, Prado, Valença e São Paulo. As contas eram usadas para solicitar empréstimos fraudulentos, causando prejuízo superior a R$ 500 mil às instituições financeiras. A apuração contou com apoio da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção a Fraude da Caixa, que ajudou a identificar o esquema e rastrear o destino dos valores obtidos ilegalmente.
Durante a operação, estão sendo cumpridos dez mandados de busca e apreensão, sendo nove em Itabuna e um em Entre Rios. Também foram expedidos dois mandados de prisão preventiva, ambos na cidade de Itabuna. As ordens judiciais foram autorizadas pela 17ª Vara Federal da Seção Judiciária de Salvador. De acordo com a investigação, os suspeitos utilizavam contas de passagem, documentos falsos e pessoas interpostas (laranjas) para ocultar a origem e o destino dos recursos obtidos por meio das fraudes.
O nome da operação, Amêndoa Negra, faz referência à estratégia usada pelo grupo para esconder o esquema criminoso, criando camadas de dissimulação para dificultar a identificação das fraudes. Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro.
