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| Crédito: Renato Araújo/Câmara dos Deputados |
Foi aprovado o parecer do relator, deputado Luiz Gastão (PSD-CE), favorável ao projeto, de autoria dos deputados Pastor Sargento Isidório (Avante) e Luis Tibé (Avante-MG). “São os vereadores que sabem exatamente onde estão as reais necessidades dos cidadãos. São eles e elas que são acordados quando uma grávida vai dar à luz ou quando as chuvas causam estragos nas vias públicas”, disse o Pastor Sargento Isidório.
Segundo Luiz Gastão, a medida fortalece o Legislativo local e reduz a assimetria entre os Poderes. “O vereador, por sua proximidade com a realidade cotidiana das comunidades, identifica carências que nem sempre são priorizadas pela administração. A execução obrigatória aproxima o planejamento das demandas reais da população”, defendeu o relator.
Pelo texto, as emendas individuais serão aprovadas no limite de 1,2% da receita corrente líquida realizada no ano anterior, sendo que metade desse percentual (0,6%) deverá ser destinada obrigatoriamente a ações e serviços de saúde. Na conta, não estão incluídos gastos com pagamento de pessoal e encargos sociais.
O projeto também determina que a execução das emendas deve atender a todos os parlamentares de forma igualitária e impessoal, independentemente da filiação partidária. A proposta ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois seguirá para votação do Plenário. Após a votação na Câmara, o texto seguirá para o Senado. (Bahia Notícias)
